SAGA CONVERGENCE TERMINA E MARCA O FIM DOS REBOOTS NO UNIVERSO DC

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A DC Comics já sugeria há meses que a minissérie Convergence terminaria deixando portas abertas para os criadores usarem quaisquer personagens de épocas distintas do Universo DC daqui para frente. A oitava e última edição da saga chegou hoje às bancas e comic shops nos EUA e confirmou a expectativa.

Em Convergence, períodos e mundos distintos do Universo DC são reunidos em um único mundo quando Brainiac quebra as barreiras que os separam. Ao longo da minissérie, heróis e vilões brigaram entre si até voltar sua atenção para o vilão principal da história, Deimos. Na última edição, Brainiac decide que a única maneira de manter o Multiverso é desfazendo os eventos de Crise nas Infinitas Terras que, há 30 anos, causaram o colapso de universos paralelos de heróis.

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Assim, Parallax e as versões pré-Crise de Flash e Supergirl se voluntariam para viajar ao passado e impedir que o Multiverso se desfaça. Como resultado, agora é como se Crise nas Infinitas Terras – evento que a DC concebeu editorialmente como uma forma de simplificar suas histórias em 1985, ao eliminar versões redundantes de personagens – nunca tivesse existido. Todos os personagens e suas versões que vieram antes ou depois, seja em sagas como Crise Final ou Ponto de Ignição, agora estão à disposição de roteiristas e desenhistas.

Essa decisão tem a ver com a nova postura da empresa, que a partir de junho apresenta 24 novas séries nos EUA com o intuito de dar mais prioridade às histórias em si do que à mitologia estabelecida. Com isso, a DC pretende atrair públicos com perfis diferentes e leitores casuais, sem o compromisso de amarrar toda a linha do Universo DC a uma única cronologia.

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